H3N2 – mais uma mutação de vírus para o Inverno de 2018

Trata-se de um novo vírus da gripe, que é um subtipo do vírus da Influenza  A, responsável pelo maior surto nos Estados Unidos no final de 2017. Infectou mais de 47 mil pessoas, gerando diversas mortes. Infelizmente, já deu as caras no brasil.

De acordo com dados da Secretaria de Vigilância do Ministério da Saúde, foram registrados mais de 57 casos de síndrome respiratória aguda grave devido ao H3N2, em  13 estados brasileiros com relato de 10 óbitos, sendo três em São Paulo. Vale lembrar que este subtipo de vírus circula entre nós desde 1968 e que, devido a mutações, anda infectando tanta gente.

Sintomas: febre elevada nos dois ou três primeiros dias, tosse seca, calafrios, dor de garganta, espirros, coriza, perda do apetite e dores musculares intensas e nas articulações.

Sua transmissão ocorre através de secreções respiratórias como gotículas de saliva, após  a pessoa contaminada tossir, espirrar ou até falar. Pode transmitir, também, através do contato pessoal(aperto de mãos, beijos, etc) e em ambientes fechados. Em todas as ocasiões mencionadas, deve-se lavar bem as mãos e usar álcool gel em seguida.

O diagnóstico é feito pelo médico, baseado nos sinais clínicos do paciente e com uma amostra da secreção da nasofaringe, que deve ser colhida, preferencialmente, nas primeiras 72 horas após o início dos sintomas.

Tratamento: feito com o uso do antiviral à base de fosfato de oseltamivir que somente deve ser usado com prescrição médica, além de repouso e ingestão de líquidos.

O importante, porém, é vacinar  o mais rápido possível.  A vacina imuniza  15 dias após a aplicação. Vacinar e gripar em seguida, é tabu. Não é  verdadeiro.

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