Uma história de gerações
Foi numa Belo Horizonte do final da década de 50, quando a alta sociedade mineira se dividia entre o Country, o Automóvel Clube e o Minas Tênis, que surgiu a idéia de se formar um novo clube na cidade. Não deveria ser apenas um clube que reunisse a Classe A, mas que se tornasse conhecido nacionalmente pela importância social. Um clube diferente de todos os demais, inclusive no espaço físico, e que garantisse lazer, esporte e recreação de qualidade.
A obra seria imponente e reuniria três grandes mestres: Burle Max, Oscar Niemeyer e Cândido Portinari (o painel intitulado Peixes, que se encontra na sede da Pampulha, foi a última obra do pintor). O local escolhido possuía dimensões de 300m de frente para a lagoa da Pampulha, perfazendo uma área de 44.000 m2 . Um projeto arrojado, de grandes proporções e que teve o apoio de todos, desde o governador Magalhães Pinto ao prefeito Aminthas de Barros e demais vereadores.
Enquanto era deflagrada a campanha de venda de cotas, a cidade aguardava ansiosa a inauguração do novo clube, que aconteceu no reveillon de 1961, com a presença de 20 mil pessoas, entre elas o então senador Juscelino Kubitscheck, paraninfo da cerimônia. Foi uma festa glamourosa, de beleza ímpar. Por muitos dias, os grandes jornais deram a mesma notícia: "... foi inaugurado o maior e mais luxuoso clube do Brasil, o PIC".
Dotado de arrojada infra-estrutura, seu padrão de atendimento é voltado para as pessoas que exigem o melhor. No PIC, lazer com qualidade é mais que uma meta, é um estilo de vida. A satisfação dos nossos associados é a razão do empenho na constante busca da excelência e da qualidade total dos serviços.
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