Notícias

Florianópolis
Este ano,12 atletas do PIC participaram da Copa Guga com ótimos resultados:

Victor Cunha - campeão simples - categoria 11 anos masculino Vicor Cunha e Miguel Barros - campeões duplas - categoria 11 anos masculino

1ª Etapa da Rota Sudeste
Os atletas do Pampulha Iate Clube iniciaram o ano com ótimas conquistas na 1ª Etapa da Rota Sudeste,Torneio importante da Confederação Brasileira de Tênis.

Na categoria 12 anos, Victor Cunha foi campeão de simples e duplas, enquanto Miguel Barros ficou com o vice-campeonato de simples. Na categoria 14 anos, Pedro Rodrigues foi campeão de simples e duplas. Já na categoria 16 anos, Giácomo Moreira foi vice-campeão de simples e duplas.

Torneio CBC Interclubes de Tênis
Nesta etapa de Belo Horizonte do Torneio CBC Interclubes de Tênis, o PlC contou com ótimos resultados no grupo GA, o mais forte da competição. Victor Winhesky Campeão, de Simples e de Duplas, na categoria 12 anos; Pedro Rodigues vice-campeão de Simples e de Duplas, na categoria 14 anos;Leonardo Bastos Campeão de Duplas e semi-finalista na categoria 14 anos; Gustavo Gil e Igor Silva vice-campeões de Duplas, na categoria 18 anos.

ENTREVISTA COM HUGO DAIBERT
Head Coach da Equipe de Tênis do PIC fala da qualidade das nossas quadras, da parceria que vem transformando a vida de muitas crianças e da geração de campeões formada pelo Clube

O entrevistado desta edição é o sócio Hugo Streit Daibert, de 44 anos. Casado com Maria Thereza Daibert tem dois filhos, Matheus, de 13 anos, atleta de futebol de campo, e Thiago, de 10 anos, que está na Equipe de Tênis do PIC. Formado em Comércio Exterior pela UNA e Educação Física pela UFMG é Head Coach da Equipe de Tênis do PIC, treinador do atleta Bruno Soares, ATP Coach, Vice-Presidente Técnico da Federação Mineira de Tênis e Coordenador Brasil do Time Guga, projeto do Grupo Guga Kuerten. Hugo é diretor da Fly Sports, empresa parceira do PIC na formação de jovens atletas.

Segundo Hugo, o PIC possui uma das melhores infraestruturas do país e nossas quadras são comparadas apenas com as de Roland Garros. Pioneiro, o Clube sediou, em 2010, a maior peneirada de tênis do Brasil, que reuniu mais de 6 mil crianças. De acordo com o seu relato, diversas vidas foram transformadas graças a esta oportunidade.

De acordo com Hugo, através da parceria PIC e Fly Sports que teve início em 2007, o Clube resgatou sua tradição no tênis, transformou a vida de inúmeras crianças, está criando uma nova geração de tenistas e deixando um grande legado de atletas para Minas e o Brasil.

Conheça um pouco mais sobre esta história de sucesso.

Como é feito o seu trabalho junto aos jovens talentos?
No projeto junto ao Guga, que é considerado o maior projeto de formação de tenistas do Brasil, o trabalho vai da base ao profissional. Temos hoje, aproximadamente, 5.000 crianças de 4 a 10 anos, em todas as unidades do país. Em Minas Gerais são cerca de 500, mas é no PIC que acontece a principal etapa e também a transição dos meninos que estão saindo da escolinha. No PIC foi criada a primeira base da Equipe Guga do país, que contou no seu lançamento com a presença do próprio, que já foi o Número 1 do mundo.

Minas tem uma grande representatividade no tênis. Além dos duplistas, Bruno Soares e Marcelo Melo, existem diversos jogadores infanto-juvenis de sucesso e o Estado já foi campeão Brasileiro por equipes. Dois dos grandes nomes da transição do tênis brasileiro também são mineiros e o melhor de tudo é que são do PIC: Bruno Oliveira, de 16 anos; e João Pedro Ferreira, de 18 anos, ambos do Time Guga.

Para cada faixa etária, existe uma metodologia diferenciada. O projeto é dividido em seis grandes áreas: física, técnica, tática, estratégica e mental, além de todas as rotinas que o jogador tem antes, durante e depois dos jogos. Dentro de cada área existe a chamada “caixa de ferramenta” que auxilia os meninos nessa formação.

Paralelamente, acreditamos muito na pirâmide de formação envolvendo a família, o atleta e a comissão técnica, o que fortalece nossa busca por melhores resultados. Nós trabalhamos muito o perfil do jogador e o mais importante e que se tornou nosso maior diferencial é que enxergamos o indivíduo. Apesar de ser uma equipe muito grande, temos um olhar focado no ser humano pois, antes de vermos o atleta, vemos a pessoa. Isso faz toda a diferença neste processo de formação.

Como são descobertos os novos talentos? Como acontecem as peneiradas?
Atualmente nossa base aumentou muito. Hoje podemos falar que a Fly Sports, juntamente com seus parceiros, sobretudo o PIC, tem o melhor Centro de Formação de Atletas de BH, tendo em vista que os principais jogadores do infanto-juvenil estão dentro do PIC. Vários atletas que não estão no PIC, por questões de logística em função de distância e deslocamento, foram formados na Fly. É um processo longo e contínuo.

No PIC temos ainda as escolinhas de tênis, que funcionam muito bem. As crianças são avaliadas e, quando são indicadas pelos professores, fazem os testes com grandes chances de entrarem para a Equipe de Tênis.

O terceiro ponto é o Projeto Social. Em 2010 o PIC foi pioneiro ao sediar a maior peneirada de tênis já realizada no Brasil, com cerca de 6 mil crianças. Dessas seis mil, 50 permaneceram no projeto por dois anos, graças ao apoio de grandes empresas, na época a principal era a Usiminas. A partir daí, através do esporte, vários meninos conseguiram transformar suas vidas. Muitos deles entraram no mercado, na área esportiva, outros conseguiram com resultados surpreendentes serem Número 1 do Brasil, dentro do projeto social. Outros, talvez de maior expressão, conseguiram bolsas de 100% em faculdades americanas. Tudo isso graças ao tênis e ao PIC.

Tenho muito orgulho de fazer parte de um projeto social como este, cuja causa foi abraçada pelo PIC com tamanho empenho e dedicação, e que vem ajudando, ao longo dos anos, a transformar vidas. São crianças que merecem esta oportunidade, que se dedicam e que sabem que aquela talvez seja a grande chance de suas vidas.

Como é feito o seu trabalho junto aos jovens talentos?
No projeto junto ao Guga, que é considerado o maior projeto de formação de tenistas do Brasil, o trabalho vai da base ao profissional. Temos hoje, aproximadamente, 5.000 crianças de 4 a 10 anos, em todas as unidades do país. Em Minas Gerais são cerca de 500, mas é no PIC que acontece a principal etapa e também a transição dos meninos que estão saindo da escolinha. No PIC foi criada a primeira base da Equipe Guga do país, que contou no seu lançamento com a presença do próprio, que já foi o Número 1 do mundo.

Minas tem uma grande representatividade no tênis. Além dos duplistas, Bruno Soares e Marcelo Melo, existem diversos jogadores infanto-juvenis de sucesso e o Estado já foi campeão Brasileiro por equipes. Dois dos grandes nomes da transição do tênis brasileiro também são mineiros e o melhor de tudo é que são do PIC: Bruno Oliveira, de 16 anos; e João Pedro Ferreira, de 18 anos, ambos do Time Guga.

Para cada faixa etária, existe uma metodologia diferenciada. O projeto é dividido em seis grandes áreas: física, técnica, tática, estratégica e mental, além de todas as rotinas que o jogador tem antes, durante e depois dos jogos. Dentro de cada área existe a chamada “caixa de ferramenta” que auxilia os meninos nessa formação.

Paralelamente, acreditamos muito na pirâmide de formação envolvendo a família, o atleta e a comissão técnica, o que fortalece nossa busca por melhores resultados. Nós trabalhamos muito o perfil do jogador e o mais importante e que se tornou nosso maior diferencial é que enxergamos o indivíduo. Apesar de ser uma equipe muito grande, temos um olhar focado no ser humano pois, antes de vermos o atleta, vemos a pessoa. Isso faz toda a diferença neste processo de formação.

Como são descobertos os novos talentos? Como acontecem as peneiradas?
Atualmente nossa base aumentou muito. Hoje podemos falar que a Fly Sports, juntamente com seus parceiros, sobretudo o PIC, tem o melhor Centro de Formação de Atletas de BH, tendo em vista que os principais jogadores do infanto-juvenil estão dentro do PIC. Vários atletas que não estão no PIC, por questões de logística em função de distância e deslocamento, foram formados na Fly. É um processo longo e contínuo.

No PIC temos ainda as escolinhas de tênis, que funcionam muito bem. As crianças são avaliadas e, quando são indicadas pelos professores, fazem os testes com grandes chances de entrarem para a Equipe de Tênis.

O terceiro ponto é o Projeto Social. Em 2010 o PIC foi pioneiro ao sediar a maior peneirada de tênis já realizada no Brasil, com cerca de 6 mil crianças. Dessas seis mil, 50 permaneceram no projeto por dois anos, graças ao apoio de grandes empresas, na época a principal era a Usiminas. A partir daí, através do esporte, vários meninos conseguiram transformar suas vidas. Muitos deles entraram no mercado, na área esportiva, outros conseguiram com resultados surpreendentes serem Número 1 do Brasil, dentro do projeto social. Outros, talvez de maior expressão, conseguiram bolsas de 100% em faculdades americanas. Tudo isso graças ao tênis e ao PIC.

Tenho muito orgulho de fazer parte de um projeto social como este, cuja causa foi abraçada pelo PIC com tamanho empenho e dedicação, e que vem ajudando, ao longo dos anos, a transformar vidas. São crianças que merecem esta oportunidade, que se dedicam e que sabem que aquela talvez seja a grande chance de suas vidas.

Quais sãs as peculiaridades da Equipe de Tênis do PIC?
Nós somos uma grande família. Fazemos com que as crianças percebam a importância de representar uma entidade. Com isso, todos têm um prazer muito grande em jogar pelo PIC. Vemos isso nos aeroportos, na concentração e nas quadras. Todos uniformizados, cantando nosso grito de guerra. É contagiante. O PIC hoje também faz parte de um projeto da Confederação Brasileira de Clubes (CBC) onde as crianças da equipe são beneficiadas e conseguem, pela própria CBC, passagens aéreas e hospedagem nos principais torneios dentro do Brasil. Tudo isso resulta em uma só coisa: uma equipe de ponta de nível nacional.

Quais são as principais conquistas da Equipe de Tênis do PIC?
Invertendo a pirâmide, vamos começar com Bruno Soares. Com mais de 30 títulos na carreira, Bruno Soares é um dos maiores nomes do tênis brasileiro e mundial. São três grandes títulos de Grand Slam, que é considerado o principal torneio que o tenista pode participar. Ele foi o Número 1 do Mundo em 2016, ganhou o Australian Open, ganhou o US Open, além de ter ganho Torneios Máster 1.000, ATPs 500, ATPs 250. Bruno Soares pode ser considerado um dos maiores feitos da nossa parceria. E vale ressaltar que estamos sempre com a marca do PIC em evidência, divulgando-a pelo mundo.

Na nossa equipe já tivemos vários Número 1 do Brasil. Conquistamos títulos sulamericanos e panamericanos. Muitos atletas estão sendo convocados para representar o Brasil pela América do Sul. Esses meninos ganham os torneios e vão representar o Brasil nos mundiais. Na Copa das Federações, que acontece todo ano no Brasil, temos em média 40% dos meninos do PIC, ou seja, dos 24 jogadores, 10 vestem a camisa do PIC. O que representa uma média bem alta.

Temos ainda jogadores que já estiveram entre os 50 melhores do mundo, no ranking mundial. Às vezes, meninos de 16 e 17 anos, como o João Pedro Ferreira e o Bruno Oliveira que, com 16 e 17 anos, jogam no 18 anos - no ranking a ITF (Federação Internacional de Tênis). Uma grande conquista para nós é o fato do PIC ter estes dois atletas participando do Time Guga, que pode ser considerado o maior movimento de transformação da transição do Júnior para o Profissional.

Vale lembrar ainda que, além da minha participação como Coordenador Técnico do Time Guga, nós temos dois treinadores, Bruno Baeta e a Maísa Feital, que foram selecionados para fazer parte do Time Guga. Temos ainda um atleta que foi formado no Projeto Social, Douglas Pezotti, que veio do Aglomerado da Serra e hoje é considerado um dos melhores professores / educadores da Escolinha Guga Brasil. Uma conquista muito grande para ele e motivo de muito orgulho para nós.

Algum outro destaque especial dentro do Projeto Social de Tênis?
Na minha opinião, se não for a melhor pode ser considerada uma das mais significativas conquistas da nossa trajetória no tênis junto ao PIC: Ana Carla Resende.

A história dela merece ser contada. Ana chegou através do Caça Talentos, começou com 12 anos no tênis, já muito tarde, e passou na reta final do projeto. Depois disso, aos 14 anos, ela veio para a equipe de competição e começou a treinar todos os dias. Aos 17 anos foi a Número 1 do Brasil. Um processo muito curto para se chegar tão longe. Depois de tudo isso teve que se afastar do tênis, pois sofreu uma lesão no punho e o pai foi diagnosticado com a doença ELA.

Com a morte do pai e após passar por uma cirurgia, a atleta pediu para retornar ao projeto de tênis. Graças aos nossos contatos e ao seu talento, conquistou uma bolsa de 100% em uma Faculdade Americana, no Tennessee, em janeiro desse ano, onde acaba de ganhar o título de Melhor Atleta da Conferência Atlântico, do Tênis Universitário, nos Estados Unidos, e de Melhor Caloura do Tênis Universitário. Isso para nós não tem preço e o que é mais valioso, é saber que tudo só foi possível porque o PIC acreditou no nosso trabalho e abraçou a causa é ainda mais valioso.

Quais são suas metas para o futuro?
Nós acreditamos que a parceria da Fly Sports com o PIC é muito bem sucedida, pois está sendo construída em bases sólidas. Prova disso é a sucessão de conquistas dos nossos atletas. Estamos entre os principais Centros de Formação do Brasil, e nossa meta é nos tornarmos o maior centro de excelência do país contando sempre com a estrutura magnífica do PIC e com as quadras do Mestre Acácio. É muito gratificante estar em um local com infraestrutura irretocável como a do PIC e com o apoio de todas as Diretorias, dos profissionais e dos gestores do Clube.

O PIC é um dos clubes brasileiros que mais se destaca pela tradição no tênis. Suas quadras são conhecidas como as melhores do país, somente comparadas com as de Roland Garros. E, graças a esta parceria PIC e Fly Sports, conseguimos manter viva a cultura do tênis, resgatando, incentivando e criando uma nova geração de tenistas. O PIC é hoje uma das maiores potências do tênis reconhecido pelos órgãos oficiais desse esporte. Assim, juntos, deixaremos como legado para Minas e para os mineiros o maior Centro de Treinamento do país.

O que os sócios empresários, que desejam investir no esporte, devem saber?
Para os sócios empresários que desejam investir no esporte é muito simples. Existem várias formas e uma delas é o patrocínio direto que deve ser feito através do Setor de Marketing do Clube. O PIC tem grandes contrapartidas como placas, faixas, uniformes, camisas, eventos sociais e esportivos, entre outros.

A segunda opção é a lei do ICMS Mineiro, onde o empresário destina parte do imposto devido para o esporte. Nessa categoria temos como parceiros este ano as empresas: Verde Mar, Krug Bier, Rouxinol Transportes e Luíza Barcelos. Nosso projeto ajuda nas viagens dos atletas, na contratação e pagamento dos profissionais, na compra de materiais, etc. Os sócios do Clube podem participar e quem quiser conhecer melhor o programa pode procurar a Gerência de Esportes do Clube.

O terceiro e último formato de investimento é através da Lei de Incentivo Federal, para a qual as empresas podem buscar informações mais detalhadas no site.

Portanto, aquele sócio empresário que acredita no esporte, que acredita na transformação promovida pelo esporte, pode procurar o setor de Marketing do Clube porque o esporte é, de fato, um produto muito bom e de retorno imediato para associar a sua marca.